{"id":416,"date":"2020-05-21T03:50:00","date_gmt":"2020-05-21T06:50:00","guid":{"rendered":"https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/?p=416"},"modified":"2026-03-26T16:53:47","modified_gmt":"2026-03-26T19:53:47","slug":"carta-publica-mineracao-aqui-nao-fora-sam-em-defesa-dos-povos-e-das-aguas-de-minas-e-bahia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/index.php\/2020\/05\/21\/carta-publica-mineracao-aqui-nao-fora-sam-em-defesa-dos-povos-e-das-aguas-de-minas-e-bahia\/","title":{"rendered":"Carta P\u00fablica: MINERA\u00c7\u00c3O AQUI N\u00c3O! FORA SAM! Em defesa dos Povos e das \u00c1guas de Minas e Bahia"},"content":{"rendered":"\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>21 de maio de 2020<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Um conjunto de mais de 100 entidades da Sociedade Civil e Movimentos Sociais se somam a luta em defesa dos Povos e das \u00c1guas de Minas e Bahia. As organiza\u00e7\u00f5es se colocam contra o \u201cProjeto Bloco 8\u201d, da SAM \u2013 Sul Americana de Metais, no Vale das Cancelas, no norte do estado de Minas Gerais, que estende-se at\u00e9 o Sul da Bahia. A mensagem unificada \u00e9&nbsp;<strong>#ForaSam \u2013 Minera\u00e7\u00e3o Aqui N\u00e3o.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Logo_-_MineracaoAquiNao_Fundo_Branco-1024x1024-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-417\" srcset=\"https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Logo_-_MineracaoAquiNao_Fundo_Branco-1024x1024-1.jpg 1024w, https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Logo_-_MineracaoAquiNao_Fundo_Branco-1024x1024-1-300x300.jpg 300w, https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Logo_-_MineracaoAquiNao_Fundo_Branco-1024x1024-1-150x150.jpg 150w, https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Logo_-_MineracaoAquiNao_Fundo_Branco-1024x1024-1-768x768.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>MINERA\u00c7\u00c3O AQUI N\u00c3O! FORA SAM! Em defesa dos Povos e das \u00c1guas de Minas e Bahia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nota das Entidades da Sociedade Civil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As entidades abaixo-assinadas, representativas de amplos setores da sociedade civil, sabedoras da insist\u00eancia em levar a frente o empreendimento de minera\u00e7\u00e3o e mineroduto, antes \u201cProjeto Vale do Rio Pardo\u201d, agora \u201cProjeto Bloco 8\u201d, da SAM \u2013 Sul Americana de Metais, no Vale das Cancelas, no norte do estado de Minas Gerais, que estende-se at\u00e9 o Sul da Bahia, v\u00eam por esta nota manifestar sua opini\u00e3o, certas de que esta ser\u00e1 considerada pelas autoridades e pela opini\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u201cnovo\u201d projeto da SAM representa a reitera\u00e7\u00e3o de um sistema de explora\u00e7\u00e3o mineral que j\u00e1 deu mais do que suficientes provas de fal\u00eancia e caos, em que at\u00e9 o crime faz parte. Pelos dados apresentados nos EIA\/RIMA (Estudos e Relat\u00f3rio de Impactos Ambientais), o projeto aprofunda, amplia e intensifica o mesmo modelo que provocou cat\u00e1strofes criminosas e impunes como Os crimes da Vale em Mariana (2015) e Brumadinho (2019), com 280 mortos, 11 desaparecidos e mais de um milh\u00e3o de pessoas afetadas, al\u00e9m da destrui\u00e7\u00e3o das bacias hidrogr\u00e1ficas dos rios Doce e Paraopeba, e das mortes silenciosas que ocorrem nas comunidades ap\u00f3s os crimes. Uma evid\u00eancia disto: prev\u00ea a segunda maior barragem de rejeitos miner\u00e1rios do mundo: s\u00e3o 1,5 bilh\u00f5es de toneladas de rejeitos em apenas 18 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto da SAM, al\u00e9m da mina para extra\u00e7\u00e3o de 27,5 milh\u00f5es de toneladas\/ano de pellet feed (aglomerados pelotizados com granulometria fina), comporta um mineroduto de 482 km, que atravessaria 20 munic\u00edpios de Minas Gerais e Bahia, na Serra Geral, no Vale do Jequitinhonha, no Planalto da Conquista e no litoral baiano, at\u00e9 um novo porto em Ilh\u00e9us \u2013 BA onde, descartada a \u00e1gua polu\u00edda, o min\u00e9rio de ferro iria para a China. Afetaria uma vasta regi\u00e3o, habitada e de intensa atividade agropastoril de milhares de comunidades. Apenas na \u00e1rea do complexo miner\u00e1rio, em Gr\u00e3o Mogol, 11 comunidades tradicionais Geraizeiras sofrer\u00e3o remo\u00e7\u00e3o for\u00e7ada. S\u00e3o in\u00fameros povos e comunidades tradicionais, dentre eles, povos ind\u00edgenas da regi\u00e3o sul e sudoeste da BA, que ser\u00e3o atingidos pelo empreendimento sem que at\u00e9 o momento tenham tido direito \u00e0 consulta pr\u00e9via, livre informada e de boa f\u00e9, nos termos da Conven\u00e7\u00e3o 169 da OIT. Ir\u00e1 destruir os sistemas geoferruginosos: as cangas, fundamentais para o equil\u00edbrio h\u00eddrico da regi\u00e3o. Dentre outras quest\u00f5es ambientais.<\/p>\n\n\n\n<p>O uso previsto de 6.200 metros c\u00fabicos de \u00e1gua por hora (54 milh\u00f5es de m3 por ano \u2013 poderia abastecer um milh\u00e3o de pessoas) colocaria em risco de colapso ou maior escassez e contamina\u00e7\u00e3o da \u00e1gua de uma regi\u00e3o que j\u00e1 apresenta d\u00e9ficits h\u00eddricos cr\u00f4nicos resultantes da combina\u00e7\u00e3o de irregularidade das chuvas, caracter\u00edstica do clima semi\u00e1rido com empreendimentos inadequados e insustent\u00e1veis. Grande parte da regi\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 suscept\u00edveis \u00e0 desertifica\u00e7\u00e3o. Praticamente todos os munic\u00edpios do Norte de Minas e boa parte daqueles no Vale do Jequitinhonha apresentam graves limites no abastecimento humano de \u00e1gua, como tamb\u00e9m para o desenvolvimento de muitas atividades econ\u00f4micas. Mais uma vez, cabe o exemplo do que a minera\u00e7\u00e3o causou nos vales do Doce e do Paraopeba inviabilizados para o abastecimento humano e econ\u00f4mico.<\/p>\n\n\n\n<p>O impacto na regi\u00e3o Sul da Bahia tamb\u00e9m ser\u00e1 profundo, destruir\u00e1 milhares de postos de trabalho na Costa do Cacau. Este mineroduto somado ao impacto da constru\u00e7\u00e3o do Porto de Min\u00e9rios desestruturar\u00e1 a economia da regi\u00e3o que tem como base o trabalho de pescadores, agricultores, pequenos empres\u00e1rios e trabalhadores do turismo. No mesmo sentido, colocar\u00e1 em risco o pouco que resta de Mata Atl\u00e2ntica e os rios, lagoas e nascentes nela existente.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos altos riscos de contamina\u00e7\u00e3o, o volume de \u00e1gua a ser utilizado no projeto da SAM criar\u00e1 uma condi\u00e7\u00e3o de escassez e depend\u00eancia inimagin\u00e1vel, mais cruel do que a j\u00e1 vivida na regi\u00e3o centro-norte de Minas Gerais. N\u00e3o haver\u00e1 \u00e1gua dispon\u00edvel em quantidade e qualidade suficientes \u2013 como manda a Lei das \u00c1guas (no 9433\/97, Art. 3) \u2013 para as pessoas e outras atividades econ\u00f4micas. Este quadro n\u00e3o \u00e9 dimensionado no projeto.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a imposi\u00e7\u00e3o da minero-depend\u00eancia e o deslocamento do real poder de decis\u00e3o, a regi\u00e3o viveria \u2013 uma vez implementado o projeto \u2013 um processo radical de perda de autonomia. Decis\u00f5es de influ\u00eancia sobre toda a bacia do Jequitinhonha e outras \u00e1reas passariam a ser tomadas por uma empresa estrangeira com base em seus interesses lucrativos.<\/p>\n\n\n\n<p>O falso discurso de progresso e desenvolvimento, de emprego e renda abundantes, as informa\u00e7\u00f5es parciais e enviesadas fornecidas pela empresa, somados \u00e0s promessas e acordos pol\u00edticos, criaram um clima de tens\u00e3o, irracionalidade e polariza\u00e7\u00e3o, que dificulta que as pessoas possam ter a real no\u00e7\u00e3o dos perigos que as est\u00e3o rondando. Assim, com uma mistura de manipula\u00e7\u00e3o, imediatismo e oportunismo, a SAM angaria alguns apoios interesseiros minorit\u00e1rios locais e regionais, de forma irrespons\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Os ecossistemas que seriam atingidos pelo \u201cProjeto Bloco 8\u201d da SAM apresentam limites e fragilidades. Mas tamb\u00e9m potenciais, j\u00e1 demostrados por in\u00fameras experi\u00eancias de organiza\u00e7\u00f5es camponesas e urbanas, na gera\u00e7\u00e3o de trabalho, alimentos, f\u00e1rmacos e todo um sistema de conviv\u00eancia socioambiental com os biomas do Cerrado, da Caatinga. Para que desta vez isso n\u00e3o seja ignorado e considerando a grave crise clim\u00e1tica que afeta as condi\u00e7\u00f5es de vida, estamos aqui externando nossa opini\u00e3o e nossa disposi\u00e7\u00e3o de luta contra esse projeto nefasto.<\/p>\n\n\n\n<p>As manobras que a SAM vem fazendo, com respaldo de governos, denunciadas pelos Minist\u00e9rios P\u00fablicos Estadual e Federal, que deram guarida a uma A\u00e7\u00e3o Civil P\u00fablica contra o projeto, e pelo IBAMA, que negou o licenciamento ambiental do projeto, s\u00e3o evid\u00eancias do seu equ\u00edvoco e de que o caminho f\u00e1cil e sedutor que ele apresenta \u00e9 o caminho da barb\u00e1rie que compromete irremediavelmente a sobreviv\u00eancia de muitas gera\u00e7\u00f5es, presentes e futuras.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>FORA SAM!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Articula\u00e7\u00e3o por uma Educa\u00e7\u00e3o do Campo no Semi\u00e1rido Mineiro<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Articula\u00e7\u00e3o do Semi\u00e1rido Minas Gerais<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Associa\u00e7\u00e3o \u00c1gua Doce<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Associa\u00e7\u00e3o de Advogados\/as de Trabalhadores\/as Rurais no Estado da Bahia \u2013 AATR<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Alternativas Pequena Agricultura no Tocantins \u2013 APATO<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ateli\u00ea Paulo Di Carvalho<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Associa\u00e7\u00e3o Agroecol\u00f3gica Tijup\u00e1<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Articula\u00e7\u00e3o Sul da Bahia Viva<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Articula\u00e7\u00e3o S\u00e3o Francisco Vivo<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Associa\u00e7\u00e3o dos Ge\u00f3grafos Brasileiros (AGB)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>AMAU<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Associa\u00e7\u00e3o dos Professores da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri \u2013 ADUFVJM<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Associa\u00e7\u00e3o Amigos do Rio Gorutuba \u2013 Ecos do Gorutuba<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Brigadas Populares<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas \u2013 CAA NM<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Centro&nbsp; de Estudos e A\u00e7\u00e3o Social \u2013 CEAS<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>CEDEFES \u2013 Centro de Documenta\u00e7\u00e3o Eloy Ferreira da Silva<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Centro Franciscano de Defesa de Direitos<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Centro Popular Ribeir\u00e3o das Neves<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Coletivo Margarida Alves de Assessoria Popular<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Coletivo de Mulheres do Norte de Minas<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Comiss\u00e3o Pastoral da Terra Nacional<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Comiss\u00e3o Pastoral da Terra Bahia\/Sergipe<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Comiss\u00e3o Pastoral da Terra Bahia\/Equipe Sul Sudoeste<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Comiss\u00e3o Pastoral da Terra Goi\u00e1s<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Comiss\u00e3o Pastoral da Terra MA<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Comiss\u00e3o Pastoral da Terra MG<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Comiss\u00e3o Pastoral da Terra de Anapu, Par\u00e1<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Comiss\u00e3o Pastoral da Terra-PI<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Comiss\u00e3o Pastoral da Terra Araguaia TO<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Conselho Pastoral dos Pescadores \u2013 CPP<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Conselho Indigenista Mission\u00e1rio \u2013 CIMI<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Campanha Nacional em Defesa do Cerrado<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Comunidades Tradicionais Geraizeiras do Vale das Cancelas<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>C\u00e1ritas Arquidiocesana de Montes Claros<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Caritas Diocesana Itabira<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>C\u00e1ritas Diocesana de Janu\u00e1ria<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>C\u00e1ritas Regional Minas Gerais<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Centro de estudo, pesquisa, interven\u00e7\u00e3o Ribeir\u00e3o das Neves<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Conselho Nacional do Laicato do Brasil \u2013 CNLB \u2013 Regional Leste II<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Comit\u00ea Nacional em Defesa dos Territ\u00f3rios Frente \u00e0 Minera\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Diogo Guilherme Matias Ribeiro<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00c9vila M\u00edrian<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais \u2013 FETAEMG<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Federa\u00e7\u00e3o dos \u00d3rg\u00e3os para Assist\u00eancia Social -Fase<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Federa\u00e7\u00e3o das Comunidades Quilombolas do Estado de Minas Gerais-&nbsp; N\u2019Golo<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Fian Brasil<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Frades Menores da Prov\u00edncia de Santa Cruz<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Frente Parlamentar em Defesa dos Povos Ind\u00edgenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais de Minas Gerais<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>F\u00f3rum de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel do Norte de Minas<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>F\u00f3rum das Organiza\u00e7\u00f5es e Movimentos Populares do Vale do Jequitinhonha&nbsp; \u2013 F\u00f3rum do Vale<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>F\u00f3rum Permanente S\u00e3o Francisco<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>F\u00f3rum Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas e Justi\u00e7a Socioambiental-FMCJS<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>GEPT \u2013 Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Trabalho \/ Unimontes<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Gesta \u2013 Grupo de Estudos em Tem\u00e1ticas Ambientais\/UFMG<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Gilsilene Maria Mendes<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Grupo de Estudos Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente- GEDMMA<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Grupo de Pesquisa e Extens\u00e3o Pol\u00edtica, Economia, Minera\u00e7\u00e3o, Ambiente e Sociedade (PoEMAS)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Grupo de Mulheres Leitura Feminista B\u00edblia Go<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Gilderlan Rodrigues da Silva<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>GILSON REIS VEREADOR BELO HORIZONTE<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Hendy Caroline<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Instituto Diadorim<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Instituto Floresta Viva \u2013 IFV<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Instituto Nossa Ilh\u00e9us \u2013 INI<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Instituto DH<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Instituto, Sociedade, Popula\u00e7\u00e3o e Natureza \u2013 ISPN<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Instituto S\u00f3cio Ambiental do Sul da Bahia \u2013 IESB<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Jane Elizabeth Dwyer<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Jos\u00e9 Gomes<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Justi\u00e7a nos Trilhos<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Laborat\u00f3rio de Educa\u00e7\u00e3o do Campo do Semi\u00e1rido Mineiro \/ Unimontes<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mandato Popular da Deputada Estadual Leninha<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Movimento dos Atingidos por Barragens \u2013 MAB<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Movimento Fechos Eu Cuido<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Movimentos dos Pescadores e Pescadoras Artesanais do Brasil \u2013 MPP<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Movimento dos Pequenos Agricultores \u2013 MPA<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Terra \u2013 MST<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Movimento pelas Serras e \u00c1guas de Minas \u2013 MovSAM<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Movimento pela Soberania Popular na Minera\u00e7\u00e3o \u2013 MAM<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>MOVIMENTO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO CAMPO MTC<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00facleo de Estudos e Pesquisas Regionais e Agr\u00e1rios \u2013 NEPRA- Unimontes<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00facleo Interdisciplinar de Investiga\u00e7\u00e3o Socioambiental -NISA\/UNIMONTES<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00facleo do Pequi e outros frutos do Cerrado<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Observat\u00f3rio dos Vales e do Semi\u00e1rido Mineiro \u2013 UFVJM Grupo Interdisciplinar de Pesquisa, Ensino e Extens\u00e3o<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Paloma Couto<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Partido dos Trabalhadores \u2013 PT Gr\u00e3o Mogol<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Professora Adjunta da Faculdade UnB Planaltina<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Proderur \u2013 Mitra Arquidiocesana de Montes Claros<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Povos dos Gerais<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Desenvolvimento Social \u2013 PPGDS<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Projeto Manuelz\u00e3o \u2013 UFMG<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Rede Igrejas e Minera\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Rede Mineira de Educa\u00e7\u00e3o do Campo<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Rede de Mulheres Negras para Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Rede Social de Justi\u00e7a e Direitos Humanos<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Rubens Chagas<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Sandra Helena Gon\u00e7alves<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Servi\u00e7o Franciscano de Justi\u00e7a, Paz e Integridade da Cria\u00e7\u00e3o \u2013 Prov\u00edncia Santa Cruz<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Sindicato de Trabalhadores Rurais Capelinha, Mg<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Terra de Direitos<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Unidade Classista<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um conjunto de mais de 100 entidades da Sociedade Civil e Movimentos Sociais se somam a luta em defesa dos Povos e das \u00c1guas de Minas e Bahia. 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