{"id":796,"date":"2024-11-07T11:32:00","date_gmt":"2024-11-07T14:32:00","guid":{"rendered":"https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/?p=796"},"modified":"2026-03-26T16:51:06","modified_gmt":"2026-03-26T19:51:06","slug":"mineracao-na-bahia-e-tema-de-encontro-de-pesquisadores-e-movimentos-sociais-na-ufba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/index.php\/2024\/11\/07\/mineracao-na-bahia-e-tema-de-encontro-de-pesquisadores-e-movimentos-sociais-na-ufba\/","title":{"rendered":"Minera\u00e7\u00e3o na Bahia \u00e9 tema de encontro de pesquisadores e movimentos sociais na UFBA"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Organizado pelo Grupo de Pesquisa GeografAr\/UFBA e o Movimento pela Soberania Popular na Minera\u00e7\u00e3o (MAM), o\u00a0<strong>\u201cI Encontro de Pesquisadores\/as da Quest\u00e3o da Minera\u00e7\u00e3o na Bahia: di\u00e1logos interdisciplinares entre Universidades e Movimentos Sociais\u201d<\/strong>\u00a0foi iniciado nessa segunda-feira 4 e seguiu at\u00e9 o dia 6.<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"800\" src=\"https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6016-1200x800-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-806\" srcset=\"https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6016-1200x800-1.jpg 1200w, https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6016-1200x800-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6016-1200x800-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6016-1200x800-1-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Abertura do I Encontro dos Pesquisadores\/as da Quest\u00e3o Mineral na Bahia. Foto: Helenna Castro\/CPT-SSO<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Trata-se de uma iniciativa do grupo de pesquisadores do MAM em parceria com institui\u00e7\u00f5es, entidades e organiza\u00e7\u00f5es populares que se colocam para a discuss\u00e3o cr\u00edtica do modelo mineral brasileiro. Lucas Zenha, pesquisador do GeografAR e membro da comiss\u00e3o organizadora do evento, explica que, a n\u00edvel nacional, \u201co MAM constr\u00f3i h\u00e1 quase uma d\u00e9cada o encontro de pesquisadores e pesquisadoras da minera\u00e7\u00e3o, que engloba centenas de pesquisadores de v\u00e1rias regi\u00f5es, v\u00e1rias universidades, com tem\u00e1ticas multidisciplinares.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Valdirene Rocha, do GeografAR, o objetivo do evento \u00e9&nbsp;<em>\u201cfomentar um espa\u00e7o democr\u00e1tico para a divulga\u00e7\u00e3o de pesquisas cient\u00edficas em conson\u00e2ncia com as demandas dos movimentos sociais a respeito dos conflitos, desafios e contradi\u00e7\u00f5es da minera\u00e7\u00e3o.\u201d&nbsp;<\/em>A pesquisadora aponta que h\u00e1 forte tend\u00eancia de expans\u00e3o de fronteiras da atividade no estado e aposta no encontro como um espa\u00e7o para fortalecer as popula\u00e7\u00f5es organizadas e&nbsp;<em>\u201cpromover a populariza\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia relacionada ao problema mineral na Bahia.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Pablo Montalv\u00e3o, militante do MAM, afirma que&nbsp;<em>\u201cesse \u00e9 um espa\u00e7o para debater com as comunidades, universidades, profissionais da geologia e, principalmente, com os trabalhadores e trabalhadoras da minera\u00e7\u00e3o, que tamb\u00e9m s\u00e3o afetados por esse modelo mineral.\u201d&nbsp;<\/em>O membro da dire\u00e7\u00e3o nacional do movimento diz que&nbsp;<em>\u201co principal ponto de partida [da realiza\u00e7\u00e3o do encontro] \u00e9 a necessidade de compreender como se movimenta o capital mineral, que viola nossas vidas todos os dias.\u201d De acordo com ele,&nbsp;<\/em>o tema interessa n\u00e3o somente \u00e0s pessoas diretamente afetadas por processos miner\u00e1rios no estado:&nbsp;<em>\u201co impacto n\u00e3o est\u00e1 localizado s\u00f3 onde est\u00e1 a mina, a ferrovia, o porto ou o mineroduto, \u00e9 uma contradi\u00e7\u00e3o que atinge toda a sociedade.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"800\" src=\"https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6083-1200x800-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-805\" srcset=\"https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6083-1200x800-1.jpg 1200w, https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6083-1200x800-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6083-1200x800-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6083-1200x800-1-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Mesa de abertura do encontro. Foto: Helenna Castro\/CPT-SSO<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Debater, unir e organizar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Fabiano Paix\u00e3o, membro da coordena\u00e7\u00e3o estadual do MAM \u2013 BA, destaca o papel da ci\u00eancia para contribuir na luta das popula\u00e7\u00f5es afetadas pela minera\u00e7\u00e3o na Bahia e afirma que \u201c<em>estar construindo esse encontro de pesquisadores junto ao Geografar \u00e9 um passo no processo de ac\u00famulo pol\u00edtico e de sistematiza\u00e7\u00e3o dos conhecimentos que as comunidades j\u00e1 t\u00eam, mas que muitas das vezes precisa ser respaldado numa perspectiva acad\u00eamica<\/em>\u201d. Fabiano pontua ainda que a mobiliza\u00e7\u00e3o para potencializar a valoriza\u00e7\u00e3o dos conhecimentos nas comunidades \u00e9 um processo coletivo entre as comunidades, movimentos sociais e universidades.<\/p>\n\n\n\n<p>O coordenador explica que o movimento visa n\u00e3o apenas denunciar o modelo mineral brasileiro, mas \u201cconstruir sa\u00eddas populares para o povo afetado pela minera\u00e7\u00e3o nos territ\u00f3rios em conjunto com as organiza\u00e7\u00f5es, institui\u00e7\u00f5es e entidades parceiras. Em s\u00edntese, \u00e9 necess\u00e1rio debater, unir e organizar. Esse \u00e9 o \u00fanico caminho de para enfrentar o projeto imposto pelo Estado de forma subordinada \u00e0s grandes mineradoras\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de representantes de organiza\u00e7\u00f5es populares, o encontro conta com a participa\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as comunit\u00e1rias e juventudes que vivem na pele o problema mineral na Bahia, como Claudiana, da comunidade Itapicuru, em Jacobina. Ela afirma que&nbsp;<em>\u201cesse momento acontece para mostrar os reais problemas que a minera\u00e7\u00e3o tem causado em cada munic\u00edpio, em cada comunidade. Para al\u00e9m do saque dos min\u00e9rios, denunciar tamb\u00e9m que os \u00f3rg\u00e3os estatais n\u00e3o v\u00eam cumprindo com suas responsabilidades de prote\u00e7\u00e3o das comunidades frente \u00e0 minera\u00e7\u00e3o.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Jair Matos, militante do MAM e da coordena\u00e7\u00e3o do Grupo de jovens do CUC (Cura\u00e7\u00e1, Uau\u00e1 e Canudos), avalia a import\u00e2ncia do encontro: \u201ca maior parte da juventude do campo n\u00e3o tem uma educa\u00e7\u00e3o contextualizada e a gente cresce com aquela mentalidade do ensino padr\u00e3o: se formar no ensino m\u00e9dio e servir de m\u00e3o de obra barata para grandes empresas\u201d. Para a jovem lideran\u00e7a, em espa\u00e7os como esse \u201ca gente aprende muito e consegue ter uma no\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do contexto em que est\u00e1.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O evento, al\u00e9m de discutir o tema da quest\u00e3o mineral na Bahia, traz a mem\u00f3ria dos 9 anos do rompimento da barragem da Samarco, em Mariana-MG, e visa acumular for\u00e7as e articula\u00e7\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o do 2\u00ba Encontro Nacional do MAM, que ser\u00e1 realizado no Cear\u00e1 em 2025.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u201cI Encontro de Pesquisadores\/as da Quest\u00e3o da Minera\u00e7\u00e3o na Bahia: di\u00e1logos interdisciplinares entre Universidades e Movimentos Sociais\u201d conta com o apoio do Fundo de Amparo \u00e0 pesquisa (FAPESB), da Coordenadoria Ecum\u00eanica de Servi\u00e7os (CESE), da Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT) e do Centro de Estudos e A\u00e7\u00e3o Social (CEAS), al\u00e9m de parcerias com O IFBA, IFBAIANO, UNEB, UFRB, C\u00e1ritas Brasileira Regional Nordeste 3, Associa\u00e7\u00e3o de Advogados de Trabalhadores Rurais, (AATR), IRPAA, Escola Fam\u00edlia Agr\u00edcola de Lic\u00ednio de Almeida-BA e Sociedade Brasileira de Geologia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"800\" data-id=\"804\" src=\"https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6136-1200x800-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-804\" srcset=\"https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6136-1200x800-1.jpg 1200w, https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6136-1200x800-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/observatorioriopardo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/IMG_6136-1200x800-1-1024x683.jpg 1024w, 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